Faça uma denúncia

Denuncie as violações de direitos humanos praticadas em programas policialescos de TV. Conheça casos frequentes e saiba como denunciar.

Propagando discursos autoritários e populistas, esses programas atacam frequentemente os direitos humanos e a legislação em vigor, além de infringirem normas que orientam a prática jornalística

Denuncie.

Basta de violência.

VOCÊ JÁ SE DEU CONTA QUE OS PROGRAMAS POLICIALESCOS PODEM ESTAR VIOLANDO OS SEUS DIREITOS E DE OUTRAS PESSOAS?

Ranking

denúncias por programa

358 Cidade Alerta
235 Brasil Urgente
158 Ronda Geral
123 DF Alerta
118 Metendo Bronca
100 Balanço Geral
81 SOS Cardinot
67 Cidade 190
61 O Povo na TV

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Quais violações você deve denunciar

ESSES PROGRAMAS ATACAM OS DIREITOS HUMANOS E A LEGISLAÇÃO EM VIGOR, ALÉM DE INFRINGEM NORMAS QUE ORIENTAM A PRÁTICA JORNALÍSTICA.

EXPOSIÇÃO INDEVIDA DE PESSOAS E FAMÍLIAS

IDENTIFICAÇÃO DE ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI

DESRESPEITO À PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA

DISCURSO DE ÓDIO E PRECONCEITO

VIOLAÇÃO DO DIREITO DE SILÊNCIO

TORTURA PSICOLÓGICA E TRATAMENTO DESUMANO E DEGRADANTE

INCITAÇÃO AO CRIME E À VIOLÊNCIA

INCITAÇÃO À DESOBEDIÊNCIA ÀS LEIS E ÀS DECISÕES JUDICIÁRIAS

Depoimentos ver todos

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Leonardo Sakamoto - jornalista, doutor em Ciência Política e coordenador da ONG Repórter Brasil

​Neste momento do país, em que há uma crescente situação de violência e de criminalização, é fundamental que a mídia respeite e promova os direitos humanos. Por isso, a campanha Mídia Sem Violação de Direitos, que pretende denunciar as violações de direitos humanos nos programas policialescos, é fundamental e tem o meu apoio.

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Rodrigo Torres Lima - Ex-Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente

​A iniciativa “Plataforma Mídia sem Violações de Direitos” é inovadora e corajosa! Em especial pelo olhar para nossas crianças e nossos adolescentes, que estão permanentemente expostos aos meios de comunicação de massa. A mídia possui um poder transformador quando voltado para a conscientização de direitos. Não pode e não deve ser instrumento de perpetuação de violações e de promoção da cultura da violência.